terça-feira, 19 de novembro de 2019

REIKI e o bem-estar (parte 1)


O stress crónico é um dos fatores que compromete o equilíbrio, a saúde e o bem-estar das pessoas, e em contexto de trabalho os seus sintomas são notórios através da observação de sinais de ansiedade, irritabilidade, mal-estar físico e emocional, e redução da produtividade.
Uma das terapias complementares que poderá contribuir para a  melhoria da saúde e aumento do bem-estar é o Reiki.
Reiki é um sistema natural de cura, harmonização e reposição energética que, através de um conjunto de técnicas permite equilibrar e promover a saúde e o bem-estar do ser humano. Trata-se de uma técnica, não invasiva, realizada através de um toque suave ou a uma curta distância do corpo do paciente, seguindo um rigoroso código de ética. Reiki é, também, uma terapia bioenergética natural que não recorre a manipulação física nem a quaisquer acessórios.


A palavra japonesa Reiki é entendida como Energia Vital do Universo.  Rei é “sabedoria e conhecimento de todo o Universo” (Quest, 2014, p.17) e Ki é “ a energia vital que flui através de todas as coisas vivas – plantas, animais e pessoas -, e que está presente de alguma forma em tudo o que existe à nossa volta, mesmo em pedras e objetos inanimados” (Quest, 2014, p.18).

O método Reiki apresenta alguns benefícios, tais como:


  • Dissolve bloqueios energéticos e tensão;
  • Promove um estado de paz e relaxamento;
  • Estimula o sistema imunitário;
  • Ajuda no alívio da dor
  • Promove o aumento da frequência vibracional no campo físico, mental, emocional e espiritual. In Magalhães (2014, p.27)


Foto: Projeto Voluntariado a Funcionários Da Cruz Vermelha (Associação Portuguesa de Reiki)

Em Portugal já existem empresas a recorrer a esta terapia e a disponibilizá-la aos seus colaboradores com o propósito de os ajudar a reduzir os níveis de stress, a reduzir a incidência de depressões, a aumentar a criatividade e dinamismo e a melhorar o seu rendimento.
Um dos exemplos de organização que apostou na aplicação de Reiki aos seus funcionários foi a Cruz Vermelha que, em parceria com a Associação Portuguesa de Reiki (APR), deu inicio ao projeto Voluntariado a Funcionários Da Cruz Vermelha (sabe mais em http://www.associacaoportuguesadereiki.com/reiki/reiki-em-portugal/2019/09/23/iniciou-o-projeto-de-voluntariado-a-funcionarios-da-cruz-vermelha/).

Como praticante de Reiki de nível 3 voluntariei-me, através da APR para ser uma das terapeutas que uma segunda-feira por mês aplica Reiki aos funcionários da Cruz Vermelha da Amadora.
Este projeto iniciou em 23 de Setembro de 2019  e durará 1 ano, e tem por objetivo apoiar os funcionários no seu bem-estar, equilíbrio dos efeitos de stress e alívio da dor.

(No próximo artigo irei explicar-te como se aplica um tratamento de Reiki e quais os 5 princípios que pautam a filosofia do Reiki….)

Magalhães, J. (2014). Reiki: Elevação da consciência - 2ª ed. Portugal: Edições Mahatma
Quest, P. (2014). Reiki para a Vida – Manual completo de prática de Reiki, níveis 1,2,3 – 4ª ed. Amadora: Nascente – 20|20 Editora

Em Amor…
Com Alma, Corpo e Mente
Teresa Peral
  teresaperalribeiro@gmail.com

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Valor ou Vaidade?



Clica acima e ouve o audio deste post. 

Uma vez, em terapia, a mulher com quem me consultava propôs guiar-me através um exercício de imaginação.

Já foi há algum tempo e lembro-me de poucos detalhes.

Ainda assim, recordo que a dado momento me senti flutuar no meio do oceano. Deitada sobre a água, braços e pernas soltos, em total relaxamento. A sensação de estar rodeada de água morna colada à minha pele era doce e agradável. E estava ali, só ali, presente, flutuando em paz.

Ouvi a voz da terapeuta que suavemente me conduzia naquela viagem cheia de simbolismo, sugerindo que eu imaginasse aquele mar imenso como sendo a fonte do meu potencial… A minha habilidade para criar, fazer coisas, desenvolver-me, crescer, etc.

Nesse instante, senti-me perturbada naquela sensação de paz e o meu corpo tremeu. Algo que ela disse me fazia vacilar, os músculos contraíram-se e, na minha imaginação, deixava de conseguir manter-me à tona da água. A sensação passou a ser de angústia e o medo de me afundar naquelas águas distantes, instalou-se.

Progressivamente fui conduzida de volta à sala, apoiada na voz da mulher em quem confiava e, depois de terminado o exercício, conversámos sobre aquela reação involuntária e que me chegou de surpresa.

Jamais tinha pensado no meu potencial individual daquela forma, como uma fonte imensa e enorme, disponível para ser usada a meu favor.

Desde esse momento, a questão do valor pessoal começou a ganhar mais atenção no meu dia-a-dia. Comecei a olhar para as minhas inseguranças de outra forma e quis conscientemente descobrir o que me tinha feito vacilar perante a possibilidade de ter um potencial gigante ao meu dispor.



Quis perceber porque dedicamos muito mais energia a ficar nervosos e ansiosos quando pensamos naquilo em que podemos falhar e não nos aplicamos mais na descoberta e fortalecimiento do que são as nossas melhores habilidades, confiando nelas.


Quando alguém nos elogia naquilo que fazemos bem, quantas vezes ficamos sem saber o que dizer? Quantas vezes desvalorizamos para nós próprios aquela aptidão tão unicamente nossa? Talvez até nos sintamos envergonhados ao receber palavras de apreço pelo que somos ou fazemos…

foto de www.departnature.com/

A valorização do nosso potencial e habilidades pessoais não é sinónimo de presunção mas talvez nos tenhamos acostumado a criar essa relação. A demonstração de que acreditamos em nós e naquilo que fazemos bem conota-se, muitas vezes, com vaidade, petulância ou imodéstia.

Pergunto-me se essa conotação é o que, por vezes, nos conduz a desvalorizar o que fazemos, dizendo coisas como:

“- Ah, não é importante…; - Não me custou nada.; - Qualquer um/a faria.” e assim por diante, retirando o foco daquilo que fazemos bem e com gosto e mudando-o para o que sentimos que TEMOS de melhorar.

Gostava de te lembrar que tu, tal como eu, tens esse potencial de mar imenso à tua volta, todo ao teu dispor. Se ainda não o fazes, está na altura de o começares a usar com consciência e a valorizar-te pelas tuas melhores qualidades.

Põe quanto és 
No mínimo que fazes, como escreveu Ricardo Reis (Fernando Pessoa) num poema que adoro.

Gostava de te ver (e de me ver) num mundo em que somos capazes de conhecer e reconhecer os nossos talentos, usando-os de forma mais criativa e construtiva ao serviço de todos e da comunidade onde vivemos. Acredito que só trabalhando a auto-confiança e o auto-conhecimento podemos alcançar esse estado, sem nos polarizarmos na vaidade ou na falsa modéstia. Defendo a aplicação prática do potencial de cada pessoa e sei que juntos, podemos pôr quanto somos no mínimo que fazemos… para assim fazer grandes coisas, em serviço.

Jamais tenhas medo de te exagerar. Descobre onde está o teu brilho pessoal e toma ação: ilumina o mundo em teu redor! 

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive

Ricardo Reis


Em Amor,
com Alma, Corpo e Mente


Daniela Toscano
danielalourotoscano@gmail.com

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Sou "Retornada" - Refugiada

Antes do 25 de Abril eramos milhares e milhares de pessoas com as suas vidas livres, alegres, simples e estáveis, num país africano com clima de calor e praias, que propicia a LIBERDADE de SER e ESTAR. A simplicidade de uns calções e chinelos em casa, ou na rua, uma vida sem Tv onde se convivia bastante em familia e com amigos.

A minha família pertence àquele grupo de pessoas que veio para Portugal, no pós 25 de Abril, em 1975 apenas com uma mala de roupa, a fugir de uma guerra que matava pessoas por estarem à janela de casa, vitimas de uma bala perdida qualquer, de um dos três partidos que se alvejavam dentro da cidade de Luanda. 

O medo de morrer instalou-se nas nossas memórias de crianças com 12,13 anos, idade que eu e minha irmã tinhamos nessa data. De tal forma, que ainda hoje me custa ouvir foguetes, "morteiros".
Chamaram-nos retornados, mas de facto somos refugiados porque muitos eramos nascidos em Angola e não estavamos a retornar.

Deixámos lá a referência da "nossa terra", de pertença a um lugar onde se nasceu. Ficou a casa mobilada, o nosso quarto, os livros da Anita, os brinquedos, os carros dos pais, a praia, a piscina onde praticavamos natação, os amigos, todas as memórias e referências de uma vida com a consciência de 13 anos.

Eu e a minha irmã viemos uns meses antes dos meus pais, sózinhas, para casa de uma tia que vivia em Coimbra. Foi numa noite fria de Junho que aterrámos no aeroporto de Lisboa acompanhadas por uma hospedeira. Traziamos apenas um casaquinho de malha porque em Luanda mesmo no tempo das chuvas não era preciso outros agasalhos. Lembro-me que tremia de frio, de nervos pela incerteza da vida, pela  insegurança de uma vida sem os pais num país desconhecido, a responsabilidade de cuidar da minha irmã, com a consciência de que algo estava a mudar para sempre.

Como posso olhar para as noticias dos refugiados de qualquer parte do mundo, e não sentir nas minhas entranhas essa dor, esse medo do desconhecido, na necessidade premente de sobreviver a qualquer custo? Como podemos ignorar esse sofrimento?

Os primeiros meses em Coimbra no inicio de ano lectivo senti as primeiras reacções nada amistosas para com quem vem de fora. Os colegas do liceu eram racistas (eu sou molata/mestiça) e a discriminação foi gritante nessa altura. Chegavamos a casa da tia lavadas em lágrimas sem perceber porque nos tratavam assim. 

No final do primeiro período de aulas os meus pais tiveram que fugir de Luanda porque o meu pai estava num lista de homens que seriam mortos na semana seguinte. Estiveram escondidos no aeroporto de Luanda até conseguirem voo para Lisboa, naquilo que foi chamada a "ponte aérea". Fugiram como milhares,  apenas com uma mala onde a minha mãe trouxe os albuns de fotografias e algumas roupas.

Vivemos alguns meses numa pensão em dois quartos sem janelas, em Lisboa na praça da figueira.  Mas estamos gratos porque nos deram tecto e comida. Mas muitos de nós viveram em parques de campismo durante anos, até conseguirem ter trabalho.

Nesse ano lectivo mudámos de escola três vezes, mas passámos  o ano com boas notas, porque o meu pai dizia-nos: "Não liguem ao que vos dizem, provem o vosso valor, estudem e sejam melhores que eles". E foi isso que fiz, habituei-me a ser a melhor aluna da turma.

A par desse ensinamento o meu pai foi um exemplo de resiliência e positivismo face à maior de todas as adversidades, que é perder TUDO e Começar de novo. Sempre a rir e positivo ensinou-nos que na vida tudo se supera, que a seguir à desgraça vem a bonança. E que em Portugal continental as pessoas tinham outra cultura e costumes diferentes. 

Certo dia em Vila Franca de Xira eu e minha irmã com 14 anos, num dia de verão viemos para rua de calções e foi quase um escandalo. Olhavam para nós com ar reprovador e chegámos a casa todas aborrecidas sem perceber o porquê, quando o meu pai nos explicou que as mulheres cá não andavam de mini saia, nem calções, nem chinelos de dedo na rua, nem decotes, que muito poucas ousavam fumar na rua, que tudo "parecia mal" às mulheres deste país. Senti que as mulheres eram muito condicionadas e que isso influenciava a sua evolução enquanto seres. 
No entanto tive que me adaptar ao meio ambiente onde vivia e estudava, de forma a conseguir integrar-me socialmente.

Porém a natureza de mulher livre de pre-conceitos está nas minhas células, no meu inconsciente colectivo angolano, por isso sou tão defensora dos DIREITOS HUMANOS E LIBERDADE DE CADA SER. Isso reflecte-se em várias áreas desde a sexualidade feminina, a liberdade de escolha de género, a liberdade de cada Ser se Expressar de acordo com a sua Alma e suas ideias. Defendo a igualdade de direitos da comunidade LGBTI+. 
Sou contra qualquer tipo de discriminação.
Sou refugiada-"retornada" tenho alma angolana e personalidade adaptada portuguesa orgulho-me de quem Sou e estou Grata aos meus pais por isso.
Sou solidária e sofro com  os refugiados de todo o mundo. 
Estou indignada com a votação/decisão do Parlamento europeu nesta matéria, permitindo que se condene quem salva os refugiados. 
Lamento profundamente tanta ignorância e desumanidade.


Nota: Há quem diga que os "retornados"/refugiados de Africa provocaram um certo desenvolvimento e abertura nas mentalidades existentes na época.
Leia-se noticia do DN na época: https://images.app.goo.gl/XeopYJK8etY6Hic46

Em Amor
Com Alma Corpo e Mente
                                                                                                            Cristina Méga
                                                                                                Master Coach PNL/Terapeuta                                                                                                   cristinamariamega@gmail.com


quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Amo-te daqui até à liberdade!

E se te amar desde um lugar de liberdade, poderás perceber? 

Se te disser que não tenho expectativas, que só quero que tu sejas tu e não alguém moldado a mim ou ao que idealizo. 

Se te disser que és suficiente como és, que não te espero em nenhum dia ou que não preciso que venhas para estar feliz. 

Poderás sentir igual a mim quando não te desejo em posse? 

Poderás entender que te amo mesmo quando te digo para seguires os teus sonhos ainda que eu não faça parte deles? 

Não anseio por dormir contigo todas as noites nem acordar ao teu lado em cada manhã. Porque gosto tanto do momento em que me aninhas no teu colo e nos aconchegas os lençóis como me delicio quando durmo acompanhada do cheiro de um livro. 

Adoro que venhas comigo quando planeamos viagens e aventuras. E também gosto de me perder em comboios que me levam sem ti para lugares distantes. 

imagem: lovethispic.com

Sinto-me em casa no teu abraço. Sinto-me em casa quando me enlaço. 

Amo-te desde um lugar de abundância. Não te cobro, nem te exijo. Não quero que me mudes por ti. Não quero que sejas o homem que não és só porque idealizo diferente. 

Só quero que sejas, que te ames e te respeites. Só quero ser, amar-me e respeitar-me. 

E a partir daí, ser contigo. Amar-te quando nada me faz falta. Deixar-me levar quando me guias na dança e entregar-te sedutoras propostas quando nos tocamos e nos bebemos. 

Quero-te no afago quente onde a maquilhagem se derrete e te seduz o olhar. Quero-te na despedida desprendida do aceno que desconhece a data do reencontro.

Idealizo a liberdade para além de mim e de ti, num compromisso solto e verdadeiro. 

Sei que voamos e que quase sempre nos precipitamos em utopias selvagens e palavras mansas. Lemo-nos poesia à sobremesa, a casa apetece e podemos sempre voltar a nós. Aqui, ao lugar onde somos, sem nos pertencermos. 

Somos o abraço que perdura, os lábios sempre húmidos de beijos e o corpo quente em sedução. 

Somos. És. Sou. Em liberdade… 


Em Amor,
Com Alma, Corpo e Mente!

Daniela Toscano
Instagram: @danielalourotoscano e @mulheresqueflorescem 
danielalourotoscano@gmail.com

sábado, 12 de outubro de 2019

Irmandade Feminina


Desconhecia a irmandade entre as mulheres. Era-me mais fácil sentir a competição, a rivalidade e tudo o que isso pode atrair: desdém, separação, inveja, etc.


Como mulher havia (e há) partes do meu lado feminino que guardam feridas. Dores antigas, algumas criadas nesta vida e outras herdadas das minhas ancestrais.

Senti muitas vezes inferioridade em relação a outras mulheres. Ou porque as achava mais bonitas, com corpos mais atraentes, mais soltas, confiantes ou até mais inteligentes. Isso, sem me dar conta, era o impulso para buscar-lhes os defeitos. E estes estavam, obviamente, nas partes que eu reconhecia em mim como mais fortes.

Esta forma de sentir e organizar a relação com as que, afinal, são minhas irmãs não faz apenas parte da minha experiência. Estende-se também à vivência de outras mulheres.

Ensinaram-nos que só temos valor quando ouvimos que somos bonitas, se somos olhadas com admiração ou se somos exemplos de sucesso, reconhecidas pelos outros, sobretudo pelos homens, numa sociedade que se desenvolveu completamente apoiada num paradigma masculino de competição, individualização e separação.
Um paradigma que nos enfraqueceu porque nos retiraram a comunidade, o encontro em círculo (onde cada pessoa é única, nem melhor, nem pior) e a partilha honesta com pessoas com quem nos podemos mostrar completamente vulneráveis.

Foto de @neossisterhoodoutlookproject
Círculo de Mulheres facilitado por Inês Gaya
(https://www.inesgaya.com/)

Foi isto que encontrei quando me reaproximei das mulheres. Decidi voltar a este caminho sem armas, nem armaduras. Trouxe apenas coração e muitas lágrimas para chorar sobre as feridas antigas numa tentativa desesperada de as curar.

Encontrei mulheres iguais a mim, as mesmas dores, a mesma busca, a mesma vontade de estar em equilíbrio e sentir paz entre todas.

Estar com elas assim, vulnerável, trouxe-me as palavras que precisava ouvir e a medicina que não pude encontrar noutro lugar. Este reencontro brindou-me a sustentação em abraços fraternos, a compreensão em olhares comovidos e aceitação em palavras simples e sábias.

Sou grata por voltar a estar com as minhas irmãs, por estar consciente da forma como vejo cada uma como um espelho e por me ter aberto a este caminho de reunião e comunidade.

Em Amor,
com Alma, Corpo e Mente!

Daniela Toscano
danielalourotoscano@gmail.com

Texto originalmente publicado em:

domingo, 6 de outubro de 2019

Acreditas que MERECES?

Muito se fala sobre crenças e o quanto podem ser limitadoras, castradoras das nossas vontades e desejos.

Algumas dessas crenças estão no inconsciente colectivo, por via da religião, da politica, dos costumes sociais e culturais. 
Outras dessas crenças que nos limitam provém da nossa mente, por vezes bem enraizadas no nosso inconsciente, provenientes de factores educacionais, relacionados com os nossos antepassados.

Quando nós temos um obejctivo concreto que queremos alcançar mas vamos arranjando desculpas várias para não o concretizar, convém analisar e perceber que crenças temos que nos estão a impedir de  Fazer/SER/Ter.

Para tal podemos fazer várias perguntas ao nosso ser interno, ou ao nosso inconsciente, por exemplo:

  • O que realmente me impede de realizar/Ser/Ter....
  • Que medos me estão a bloquear? 
  • Quais os "ganhos secundários", se não realizar.....
  • Que emoções sinto que me impedem de alcançar esse objectivo?
  • SERÁ QUE EU MEREÇO?
Esta última questão é a que mais vezes nos impede de concretizar metas e objectivos. Existe uma parte de nós que não acredita que seremos capazes e MERECEDOR@s desse processo de mudança, ou de alcançar essa alegria, essa felicidade.

Créditos: Foto cedida por Tânia Rodrigues
Algumas crenças baseiam-se nos medos, nos pre-conceitos e no facto de acharmos que não MERECEMOS. Porque no nosso inconsciente as outras pessoas são melhores no que nós e por isso são merecedores, e nós não.
  • Mereces ser feliz?
  • Mereces ter abundância na tua vida?
  • Mereces ir para um trabalho que gostes e que te realize?
  • Mereces ter tempo para ti?
  • Mereces cuidar de ti e estar em primeiro lugar?
  • Mereces o homem/ a mulher que tu desejas?
  • Mereces ter férias, parar, relaxar?
  • Mereces ter saúde?
  • Mereces ter alegria de Viver?
Nós MERECEMOS fazer escolhas que nos libertem, que nos façam sentir BEM, em alegria e plenos em consonãncia com nossa alma. 

Em Amor
Com Alma Corpo e Mente

                                                                                              
Cristina Méga
cristinamariamega@gmail.com
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