quarta-feira, 19 de abril de 2017

Na crista da onda

Passeava à beira rio quando avistei uma prancha de windsurf que deslizava maravilhosamente na ondulação que o vento provocava.

Existia uma harmonia plena naquele ser que de pé se equilibrava na prancha, agarrado à vela tirando partido do vento. Parecia tão fácil a forma como fluía com o vento, na crista da onda, que me deixei embalar naquele movimento belo.

Passado algum tempo vejo o jovem a vir com a vela, que ao perto é enorme e me pareceu muito pesada, pelo esforço que ele fazia.

Nesse momento tomei consciência de que aquele ser testava os seus limites, sempre que fazia aquele exercício.

Num exercício que parece ser apenas de esforço físico, força de pernas e braços, o FOCO pode ser trabalhado de diferentes formas.

Foco (atenção/concentração) para manter a vela sempre na vertical estando de pé na prancha; Foco mental de conseguir atingir o objectivo de não cair durante um certo tempo de prática, de modo a provar a si próprio que é CAPAZ.

Lembro-me que por vezes ele mudava de direcção de repente. Seria por causa do vento, ou apenas porque lhe apetecia brincar e não seguir um rumo certo.

Permitir-se ter liberdade de acção num exercício tão exigente em termos de esforço físico e de concentração, é de uma flexibilidade mental e emocional fantástica, que o mantém na crista da onda.


No final reflecti:

  • Como podemos nós manter-nos “Na crista da onda”, em Equilíbrio físico, mental e emocional? 
  • Como alimentamos a nossa Alma? 
  • Como provamos a nós próprios que somos Capazes? 
  • O que podemos fazer para aumentar a nossa Auto Estima, através da Auto Confiança? 
  • Acreditamos que somos capazes de nos manter “Na crista da onda” face a momentos menos fáceis? 
A resposta a muitas destas questões está precisamente na capacidade de termos um FOCO.

Um Foco pode ser um propósito de vida, de profissão, de realização pessoal, um sonho, algo que nos mantenha firmes nessa conquista, nessa concretização.

Se soubermos alimentar a nossa Alma fazendo coisas que nos tragam alegria de viver, podemos manter o FOCO com alguma flexibilidade.

Creio que a alegria de viver é um dos Focos que nos coloca, em qualquer momento, na crista da onda, sempre que o desviamos de pensamentos menos bons para sonhos maravilhosos.

Sempre que concretizamos um sonho ou um objectivo, a nossa Auto Confiança fica reforçada, porque fomos capazes e a Auto estima aumenta.

Então sejamos Gratas(os) todos os dias por estarmos vivos com saúde, e muita alegria de viver.



Cristina Méga
padeiro.cristina@gmail.com 

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Já foste livre hoje?

As nossas vidas correm sobre um carril invisível que acaba muitas vezes por nos guiar automaticamente, demitindo-nos nós mesmos, do papel de controlo dessa viagem e seguindo esse caminho demarcado sem nos preocuparmos com a direcção exacta que seguimos, deixando-nos simplesmente seguir...

Vivemos hoje vidas livres, podemos fazer o que quisermos dentro dos limites sociais. Mas seremos realmente livres? Permitir-nos-emos a nós mesmos a ser espiritual e mentalmente livres?

Vejamos. Num dia de rotina diária comum, levantamo-nos de manhã, tomamos banho, vestimo-nos, tomamos o pequeno-almoço e seguimos para o nosso trabalho. Há quem tenha ainda esta mesma rotina mas com filhos. Já no trabalho, desempenhamos as nossas funções habituais e ao final do dia voltamos a casa, já próximo da hora do jantar, preparamos o nosso jantar, e após a refeição, relaxamos um pouco em frente à televisão assistindo a um qualquer programa, novela ou série antes de dormir para descansar do dia que passou e nos prepararmos para o novo dia que virá. Amanhã será igual.

Dentro do nosso dia como ocupamos as nossas mentes?

Levantamo-nos ainda estremunhados com a preocupação de chegar atempadamente ao trabalho e deixar as crianças na escola. Durante o dia preocupar-nos-emos em executar as nossas tarefas laborais, conversamos com os nossos colegas acerca de assuntos laborais e quotidianos, fazemos algumas paragens para ir ao Facebook, Instagram, Twitter… para "ver o que se passa" e assim que o dia de trabalho termina, preocupamo-nos em regressar a casa o quanto antes, isto não sem antes nos preocuparmos em pagar aquela conta, marcar aquela consulta ou resolver um qualquer assunto. Chegamos então a casa sentindo o cansaço do dia que passou, enquanto nos sentimos ainda absorvidos por pensamentos relativos ao nosso dia de trabalho. Pensamos então no que será o jantar e partilhamos o nosso dia com o nosso parceiro/a ou com a nossa família. Após o jantar, chegou então o momento de descomprimir de verdade do dia cansativo, o momento de sentar no sofá, distrairmo-nos com um qualquer programa ou série e não pensarmos em nada, para depois dormirmos e descansarmos do dia que passou e nos prepararmos para o dia de amanhã. Amanhã será igual.

O nosso estilo de vida atual, mais do que nunca, leva-nos a criar e manter rotinas estritas com pouca margem para desvios. Acabamos por vezes presos a estas rotinas sem tampouco nos apercebermos.

Mas, não seremos nós, seres humanos dotados da capacidade de pensar e escolher, merecedores de liberdade de espírito para nos questionarmos acerca do nosso próprio rumo e propósito de vida?

A rotina é inevitável, mas teremos de ser escravos dela, ao ponto de nos esquecermos da nossa própria vontade? Ao ponto de abdicarmos daquilo que nos faz felizes e que alimenta as nossas almas e nos satisfaz? Ao ponto de limitarmos a nossa própria liberdade de escolha sob a justificação de que "não tenho tempo", “estou cansado”?




Esta noite, em vez de ligares a televisão, pára e faz algo diferente. Seja sair para passear a pé no bairro, ler um livro, simplesmente desligar a televisão e conversar com a família, brincar com as crianças, ir à janela e contemplar as estrelas, ou fazer exactamente aquilo que gostas de fazer mas nunca fazes.

Este momento é teu, sente-o, permite-te a senti-lo. E acredita, que um mero desvio da rotina poderá produzir efeitos maravilhosos. Hoje fizeste uma pequena mudança na tua rotina e na tua vida, amanhã terás uma nova mudança. As pequenas mudanças abrirão uma porta à tua própria mudança, autodescoberta e progresso pessoais. Quanto mais te libertares e te permitires a viver, mais te autodescobrirás e crescerás e influenciarás outros ao teu redor. E o melhor de tudo… serás tu a comandar o teu próprio caminho.

Já foste livre hoje?


“I am the master of my fate, I am the captain of my soul.”
William Ernest Henley

Joana Lourenço
rjl.joana@gmail.com

terça-feira, 21 de março de 2017

Os Outros

A importância monumental dos outros! A vida não faria nenhum sentido sem eles! Conferem significado a quem somos, em quem nos tornamos. Validam por onde crescemos e nos expandimos. Assinalam-nos as conquistas e revelam-nos onde ainda há obras por fazer.

Servem-nos de exemplo e inspiração, tanto quando nos dão a mão e nos levam por caminhos novos, como quando nos fecham portas e se desviam de nós. Espelhos, verdadeiros espelhos de quem somos, do que sentimos, do que nos orgulha em nós e do que nos envergonha e desejamos, ainda, esconder. As sombras, as nossas próprias, reflectidas em alguém, podem ser assustadoras. Mas se ousarmos encará-las, podem trazer muita transformação, são veículos poderosos de crescimento. É curioso como a companhia de algumas pessoas nos deixa a transbordar de energia boa e a de outras nos consome o combustível até à última gota. Estar consciente destes fluxos de energia, saber doseá-los, modificá-los …

O silêncio na nossa própria companhia é divino. Revitalizador e precioso para integrar e solidificar o caminho percorrido, as decisões tomadas, os crescimentos rápidos, experiências vividas, a própria vida. Tal e qual como o período de pousio das terras, entre colheitas. Mas a expansão, a explosão, essa acontece com os outros, na mágica arte do encontro. Conhecer alguém, fazer mil perguntas, responder a outras tantas. A coragem de nos expormos, entregarmos, disponibilizarmos para ver e ouvir de verdade quem temos na frente, conhecer a sua história, mergulhar no outro! É sagrado. Depois manter perto quem faz sentido, aprofundando a partilha, a intensidade, o respeito! Implica olhar para dentro, sentir quem somos, do que gostamos, o que apreciamos, nos outros e em nós próprios, o que queremos da vida e do encontro.




Um avô, um amor, um escritor favorito, um estranho que nos sorri no comboio, são verdadeiras estrelas guias, pontuam o nosso caminho … aquele que fazemos com o coração, iluminando-o ou escurecendo-o à medida das nossas necessidades. Amo profundamente todos os que cruzaram a minha viagem, incluindo, os que doeram tanto que me obrigaram a reinventar a rota!

A vida está cheia de outras coisas mágicas e encantadoras, mas não conheço nenhuma que rasgue janelas nas nossas almas como a arte do encontro com outros, os nossos outros! Os que já conhecemos e crescem connosco e os que estão a caminho! É com os outros que florescemos. Vamos honrá-los e celebrá-los, pois é a nós que honramos e celebramos também, sempre!


Rita Carreto
ritatoscanocarreto@gmail.com 








quarta-feira, 8 de março de 2017

O bálsamo da gratidão



Nada como uma boa dose de gratidão para melhorar a nossa vida!


Quando nos permitimos viver neste estado, cultivando e mantendo uma atitude de agradecimento no nosso dia-a-dia, podemos sentir que:

  • a nossa felicidade aumenta,
  • os níveis de ansiedade e depressão diminuem,
  • a saúde melhora,
  • dormimos melhor,
  • tornamo-nos mais resilientes,
  • ou tendemos a ser mais altruístas.

E estes são apenas alguns dos benefícios da prática da gratidão, amplamente estudados e confirmados por um dos maiores especialistas na área, Robert Emmons.


A verdade é que algumas pessoas apresentam uma tendência mais natural para ser gratas e olhar para a vida com o típico filtro do “copo meio cheio”. Já outras têm mais dificuldade em manter-se neste registo e acabam mais por se focar nos problemas e dificuldades da vida.


De forma generalista pode dizer-se que quem tende a ser mais grato e expressar gratidão pelo que lhe acontece, acaba por se centrar na abundância de que beneficia. Por outro lado, quem se foca mais nos problemas e tende a remoer sobre os acontecimentos negativos, coloca-se numa atitude de escassez, focando-se mais sobre o que não tem, o que lhe falta, ao invés de agradecer aquilo que de bom lhe acontece.



Estar grato pelo que temos ajuda-nos a olhar para o que de bom há no mundo, afirmando-o e ampliando-o. Sentimo-nos preenchidos por esse sentimento positivo de abundância e isso ajuda-nos também a encontrar recursos para lidar com desafios e dificuldades. Mesmo perante uma situação mais desafiadora ou angustiante podemos assumir uma postura de gratidão, agradecendo a oportunidade que temos para evoluir, superando aquela situação que num primeiro momento nos pareceu tão negativa.


A prática da gratidão também nos faz pensar nas causas ou fontes das coisas boas que agradecemos. Lembra-nos de que não estamos sozinhos no mundo. Podemos agradecer um gesto simpático que alguém teve connosco ou sentir-nos gratos por algum tipo de protecção espiritual ou divina que acreditamos que nos acompanha. Tudo isso reforça a conexão que estabelecemos com os outros e com o Todo que nos envolve enquanto Seres Humanos.


Desta forma, se ainda não criaste o hábito de agradecer, hoje é seguramente um bom dia para começar. Resta, para isso, responder à questão:

Como posso aplicar mais a gratidão no meu dia a dia?


  1. Cria um diário de gratidão. Uma vez por dia, ou por semana, escreve 3 a 5 coisas pelas quais te sentes grato(a) e explica porque te sentes agradecido(a)..
  2. Comenta com os(as) amigos(as), namorado(a), marido, esposa (etc…) aquilo que aprecias neles e diz-lhes que te sentes grato(a) por beneficiar dessas características ou comportamentos.
  3. Escreve uma carta de gratidão a alguém significativo na tua vida e encontra-te com essa pessoa para lhe ler a carta presencialmente.
  4. Saboreia os momentos que vives, apreciando o que te rodeia – a tua casa, a comida que comes, a natureza onde podes passear, a música que ouves, … Se prestares atenção, tudo pode ser uma bênção, basta que lhe atribuamos essa qualidade e nos sintamos agradecidos.
  5. Ensina as crianças com quem convives a agradecer aquilo que têm. Não naquela perspectiva, tão comum, de que outros meninos(as) não têm o que elas têm mas sim construindo uma atitude apreciativa sobre as coisas boas que lhes acontecem e possuem.
  6. Agradece de forma presente quando alguém tem um gesto simpático contigo. Olha para a pessoa nos olhos, em serenidade e diz-lhe um sincero obrigado(a)!


Certamente que para além destas sugestões, encontrarás outras formas de te tornar uma pessoa verdadeiramente agradecida com a vida que tens. 


Sentirás que a gratidão fará parte do teu processo de cura, te fará sentir mais energizado(a) e pode, de facto, mudar a tua vida para muito melhor.


De que estás à espera para começar? :)


Daniela Toscano
danielalourotoscano@gmail.com







terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Viver ou sobreviver

Sento-me numa esplanada para saborear um café e apanhar um pouco de Sol… E contemplo à minha volta… Há sempre tantas coisas acontecer!
Umas pessoas correm, outras vagueiam com olhar distante perdidas nos seus pensamentos, outras ocupam o seu tempo ligadas a uma rede qualquer através de um dispositivo móvel, outras bebem apressadamente o seu café com o sentimento de que estão atrasadas para qualquer coisa…
Será isto viver a vida? Ou apenas sobreviver, vendo a vida passar?

Quanto do teu tempo diário te permites sentir, te permites contemplar, te permites viver em atenção plena o momento presente?

A proposta que te deixo é de reservares cinco a dez minutos do teu precioso tempo para a pessoa mais importante da tua vida… Que és tu! O primeiro amor é sempre o Amor-Próprio!



Reserva cinco a dez minutos do teu tempo para ti e desfruta da tua companhia.
Fecha os olhos e começa por sentir a tua respiração… Cada inspiração… E cada expiração… O ar que entra ao inspirares… E o ar que sai ao expirares… Esse ar é quente ou frio? Sentes algum aroma? Qual a parte do corpo que mais sentes? O tórax que sobe e desce? A barriga que enche e esvazia? Uma sensação de calor em alguma parte? Ou frio? Formigueiro? O que te dás conta ao colocares a tua atenção no teu corpo? Alguma dor? Algum desconforto? Sensações agradáveis? Observa-te… E sente-te… Volta a focar-te novamente na tua respiração… E permanece assim alguns segundos…
Quando quiseres… Quando sentires vontade… Sem pressa… Vai abrindo os olhos e mexendo os pés e as mãos… Se sentires vontade espreguiça-te…

E sê bem-vindo, mais consciente de ti e presente no momento!

Catarina Ferreira dos Santos
cathy.f.santos@gmail.com

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Equilíbrio Espiritual, Mental, Emocional e Físico

Equilíbrio, essa linha ténue que tão dificilmente se consegue alcançar e manter.
O Equilíbrio de um Ser depende do estado energético e de harmonia existente nos vários corpos que o constituem.
Todos achamos que devemos cuidar do corpo físico. No entanto, é preciso ter consciência de que os outros corpos que nos constituem também influenciam o tal estado de Equilíbrio.


Existem várias teorias e filosofias a definir a estrutura do ser humano, umas defendem que temos 7 corpos, outras 12 segundo as constelações zodiacais, outras 3, 6 enfim, não me vou debruçar sobre esse assunto neste momento. Vamos apenas considerar os 4 corpos que basicamente todos sentimos e que influenciam o nosso equilíbrio num sentido mais básico e simples.

Todos temos a noção de que emoções negativas como a tristeza, a raiva/revolta, as mágoas, a culpa e o medo afectam a saúde em termos físicos, chegando a causar doenças. A tristeza afecta os pulmões; a raiva prejudica o fígado, o medo influencia o funcionamento dos rins. Portanto, ao libertar as emoções que “escondemos” no inconsciente poderemos evitar e curar algumas maleitas relacionadas com o desequilíbrio do corpo emocional, que afectam o físico.

Então e o corpo mental como o podemos equilibrar?
R: A mente em loop ou demasiado acelerada provoca desequilíbrios no Ser. O corpo mental demasiado activo desequilibra os outros corpos, tal como qualquer outro corpo demasiado activo desequilibra os outros que ficam inactivos. Uma pessoa que é demasiado mental, sente pouco as coisas com o coração, então vai ter problemas a esse nível. Assim como um Ser muito emocional perde o discernimento mental. Equilibramos o mental sempre que focamos a mente apenas em uma coisa com exercícios de meditação, mindfulness e respiração (pranaiama). A mente estabiliza, abranda e dá lugar a um espaço de “vazio” que equilibra a dinâmica desse corpo.

Como equilibramos o corpo físico?
R: Através de alimentação saudável, exercício físico e muitos abraços :-)
A importância da alimentação no equilíbrio é algo já muito falado e portanto todos sabem o que podem ou não comer e como os excessos afetam a saúde desse corpo físico.
Quanto ao exercício é de realçar os benefícios em temos da libertação de neurotransmissores como por exemplo a serotonina. Acredita-se que a serotonina representa um papel importante no sistema nervoso central como neurotransmissor na inibição da ira, agressão, temperatura corporal, humor, sono, vómito e apetite.
Os abraços, ou seja o toque físico, é importantíssimo para o equilíbrio emocional e energético porque através de um abraço podemos tocar o corpo físico, o corpo emocional e o corpo energético pela partilha da energia mais poderosa do Universo, o Amor, que tudo equilibra e cura.

O corpo espiritual equilibra-se através da nossa Alma. Então o que podemos fazer para alimentar a nossa alma?
R: Basta perguntares a ti própria(o) - “Quando estou feliz, plena, tranquila e alegre o que estou a fazer ou ser?”
Tudo o que te vier à cabeça tem a ver com a realização da tua alma e podem ser coisas bem simples, como por exemplo:
•        Ler um livro calmamente/escrever
•        Ouvir musica
•        Passear na natureza
•        Contemplar o mar, o sol, o rio, a serra, os animais
•        Tomar banho numa banheira com pétalas/relaxar/meditar
•        Uma massagem
•        Cozinhar/fazer bolos
•        Jardinar/cuidar da horta
•        Correr/nadar/caminhar
•        Dançar
•        Ajudar o próximo/voluntariado/ouvir o outro
•        Pintar/desenhar

Existem tantas formas simples de nos ligarmos à nossa alma, e dessa maneira energizarmos todos os nossos corpos.

Se um dia te sentes menos bem, compensa durante a semana com a prática da fórmula de Equilíbrio 7 escolhas:
1.      Respirar bem (inspirar e expirar calmamente)
2.      Bons pensamentos/pensamentos positivos
3.      Alimentação saudável
4.      Exercício físico
5.      Relaxar/meditar
6.      Fazer pequenas coisas que te dão prazer, que te preenchem e alimentam a Alma.
7.      Amarmo-nos



O Equilíbrio 7 escolhas pode ser a chave para o nosso Equilíbrio físico, mental, emocional e Espiritual, basta escolher todos os dias como queremos cuidar de nós na totalidade do nosso Ser.

Cris Méga
padeiro.cristina@gmail.com